Adiscussão sobre a Cracolândia não para de provocar revelações surpreendentes de todos os lados. Para pessoas comuns, às vezes fica difícil compreender por que empresas de comunicação milionárias, como a Folha de S.Paulo, cultivam uma linha editorial onde o que impera é o ódio à “normalidade burguesa” e à ordem no convívio social.






“A chave não é olhar o passado e esperar ver ali o presente, mas sim identificar na história as sementes da mudança e do possível através do tempo e do espaço” [1]
















