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Como desfazer a lavagem cerebral
06/06/2013 - Thomas Sowell
Os pais que querem resgatar seus filhos da lavagem cerebral esquerdista não precisam combater cada ideia maluca que adquiriram de professores politicamente corretos.

Nesta época do ano, quando estudantes universitários voltam para casa para o verão, muitos pais podem perceber quantas ideias politicamente corretas eles adquiriram no campus. Alguns desses pais podem se perguntar como eles podem desfazer um pouco da lavagem cerebral que se tornou tão comum no que supostamente são instituições de ensino superior.

 

A estratégia utilizada pelo general Douglas MacArthur com tanto sucesso no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial pode ser útil neste tipo muito diferente de batalha. O General MacArthur conquistou suas vitórias enquanto minimizava suas baixas – algo que também é desejável em confrontos de ideias dentro da família.

 

Em vez de combater os japoneses em cada ilha-fortaleza durante o avanço norte-americano para o Japão, MacArthur enviou suas tropas para a batalha apenas nas ilhas que eram estrategicamente cruciais. No mesmo espírito, os pais que querem trazer seus filhos de volta de uma lavagem cerebral para a realidade não precisam tentar combater cada ideia maluca que pegaram de seus professores politicamente corretos. Apenas demolir algumas crenças fundamentais, expondo o absurdo que são, pode desferir um golpe na credibilidade geral dos flautistas de Hamelin professorais.

 

Por exemplo, se o aluno foi levado a participar da cruzada para maior controle de armas, e pensa que a razão pela qual os britânicos têm taxas de homicídio mais baixas do que os americanos é porque os ingleses têm leis de controle de armas mais rígidas, apenas lhe dê uma cópia do livro "Guns and Violence", de Joyce Lee Malcolm, publicado pela Harvard University Press. [*]

 

À medida que os fatos no livro demolem a propaganda de controle de armas alimentada nos alunos pelos seus professores, podem criar um ceticismo saudável sobre outras propagandas professorais.

 

Há outros livros que também podem demolir outras crenças politicamente corretas que prevalecem no campus. Meu próprio livro recente, "Intelectuais e Raça", tem inúmeros fatos documentados que expõem as falácias da maior parte do que é dito sobre questões raciais na maioria das salas de aula de faculdade.

 

Para os alunos que tenham comprado a linha partidária do campus sobre países do Terceiro Mundo, o clássico estudo desse assunto é "Igualdade, o Terceiro Mundo, e Desilusão Econômica", do falecido PT Bauer da London School of Economics. Ele fez um verdadeiro derby de demolição da maior parte do que tem sido dito nos círculos politicamente corretos sobre a relação entre países ricos e pobres.

 

Para os alunos que foram condicionados a considerar o estado de bem-estar como a solução para os problemas sociais, não há nenhum livro que exponha de forma mais pungente as consequências humanas reais do estado de bem-estar do que "Life at the Bottom", do médico britânico Theodore Dalrymple. Ele já trabalhou tanto em bairros de baixa renda e nas prisões, tendo visto de tudo.

 

Embora a Grã-Bretanha seja o cenário para "Life at the Bottom", os americanos vão reconhecer padrões muito semelhantes aqui. Problemas encontrados em guetos negros de baixa renda nos Estados Unidos são encontrados em bairros brancos de baixa renda na Grã-Bretanha, em que nenhuma das desculpas usuais sobre o racismo, a escravidão, etc., se aplicam. A única coisa que é a mesma em ambos os países é o estado de bem-estar e sua ideologia venenosa.

 

Se o aluno foi levado a acreditar que "a reforma abrangente da imigração" – anistia, em inglês bom e claro – é o único caminho a percorrer, um livro devastador intitulado "Mexifornia", de Victor Davis Hanson, apresenta uma realidade fria, factual, em um assunto geralmente discutido através de retórica arrebatadora e sublime.

 

Um livro que oferece uma escolha entre a estratégia de ilha em ilha que o general MacArthur usou no Pacífico e o assalto em uma ampla frente que foi usada pelos exércitos aliados na Europa é intitulado "The New Leviathan".

 

Ele tem 13 artigos penetrantes das principais autoridades sobre temas como a segurança nacional, ObamaCare, ambientalismo, fraudes eleitorais e muito mais.

 

Aqueles pais que querem seguir a estratégia MacArthur podem recomendar a leitura de um, ou alguns, desses artigos, enquanto que aqueles que querem seguir a estratégia de atacar tudo numa ampla frente podem recomendar que seu aluno leia o livro inteiro.

 

No entanto, a batalha é travada, e o que é mais importante, que continue sendo travada, uma vez que os jovens são o futuro, e as propagandas de hoje podem se tornar as políticas governamentais de amanhã.

 

[*] Nota Redação MÍDIA@MAIS: Leia um artigo de Joyce Lee Malcolm clicando aqui

 

Tradução: Maria Júlia Ferraz

 

Título original Undoing the Brainwashing

 

© M@M Proibida a reprodução

 



 
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COMENTÁRIOS
14/06/2013
(Augusto)

Quem dera que os pais brasileiros também assim fizesse. Alguns poucos até fazem, mas a maioria também por falta de formação política ou por compactuar com a política do MEC acham até bonito a "diversidade cultural" que as escolas passam a seus filhos. Eu mesmo conheço muitos deles. Penso que não tem mais jeito mesmo, estamos encurralados: De um lado a ignorância, do outro, a conivência. Logo, a saída deve ser por cima: Aeroporto é a solução.
 
06/06/2013
(Agapito Costa)

É inacreditável como estão tentando passar esta falsa imagem de comunista bonzinho. Porém em contra-partida a suástica chega causar histerismos e o símbolo do martelo e da foice tem passe livre. Quantas vezes vamos dizer, que nazismo, fascismo e comunismo são farinha do mesmo saco? Lembrando os desmiolados: a ocupação soviética na Alemanha chegou a ter uma média de duzentos extrupos diários praticados pelos soldados soviéticos. A Rede Globo bem que poderia mostrar em horário nobre o massacre realizado na Ucrânia de 1932 a 1933 sob as ordens de Stalin.
 
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