Na medida em que se aproxima a conferência climática de Cancún (COP-16), em dezembro próximo, o complexo internacional de interesses que se estabeleceu em torno da alegada ameaça global das mudanças climáticas causadas pelo homem se agita para apresentar propostas visando a consolidar o tema como um elemento chave da política mundial. Em particular, as atenções estão voltadas para o Brasil, do qual aqueles grupos esperam uma posição de liderança em relação à agenda proposta para as restrições das emissões de carbono oriundas do uso de combustíveis fósseis. Não obstante, o que se necessita quanto à questão das mudanças climáticas, e não apenas no Brasil, é a troca do catastrofismo inconsequente e infundado pela ciência sólida dos fatos comprovados e, sobretudo, pelo bom senso.
Há pelo menos cinco bons motivos para se neutralizar o alarmismo climático.






Em vigorosas tacadas de bom senso, lógica elementar e registro de fatos, o WSJ demole a farsesca tentativa de absolvição dos “cientistas” envolvidos no Climategate. 




