Entre a esmola estatal e o imposto menor
Pesquisa demonstra que o consumidor de baixa renda prefere menos imposto do que o assistencialismo estatal. Mesmo com todo o assistencialismo estatal e a crescente cultura anti-impresarial facilitando o arrocho fiscal,o público ainda prefere uma carga tributária menor.
Leia em http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=37794
Seria interessante saber o que aconteceria se um candidato inteligente e decidido empunhasse a bandeira de menos impostos, numa época onde o cenário político é totalmente dominado por fanfarrões demagogos, estatistas e socialistas que lutam pelo butim estatal, representado pelos impostos arrancados do trabalho dos cidadãos que produzem.



















O leitor Daniel está coberto de razão. A disputa eleitoral ainda é o único caminho que permite a chegada ao poder formalmente. Não adianta nada o sujeito ter razão, ser o melhor, achar que suas idéias são as mais adequadas, etc. se nem sequer aceita disputar o jogo político-eleitoral, como se tal coisa por si só fosse um tipo de heresia ou algo assim. Chega a ser patético o comportamento de alguns ditos direitistas defendendo voto nulo e criticando duramente todos que acreditam na participação eleitoral, dando a impressão que querem mesmo que a direita, conservadores, liberais, libertários, etc. nunca tenham nenhum tipo de espaço prático e real, só para poderem ficar reclamando que a esquerda manda e desmanda. Realmente, é muito mais fácil reclamar do que trabalhar.
Eu respondo a pergunta proposta pela editoria: esse candidato seria eleito sucessivamente vereador, prefeito, deputado, governador e presidente da república. Mas quem diz que a direita brasileira quer eleger candidatos, né, se é tão mais fácil vencer a guerra no terreno das idéias?