Brasil: país de Lula, do futuro, do crediário fácil e da violência abissal
Tanto para a imprensa esquerdista internacional, quanto para os habituais colunistas de "mentalidade positiva" que se assanham nas redações de nossos jornais, a situação do Brasil é animadora: economia fortalecida, mercado aquecido, "prestígio" diplomático, etc.
Qualquer pessoa esclarecida e sem o rabo preso com o governo petista sabe, contudo, que a realidade é bem outra: nunca o país assistiu tão calado a tal recorrência de episódios de uma violência primitiva, de um descaso com a vida que parece não ter mais limites.
São casos de:
-abuso sexual da mãe em relação aos próprios filhos (http://portaldobaixosul.
-bebês jogados no lixo (http://www.rainhamaria.com.
-professores espancados por pais e alunos (http://g1.globo.com/rio-de-
-animais seviciados por puro prazer
(http://oglobo.globo.com/
-idosos torturados por bandidos (http://www.itaporahoje.com/?
-cidadãos mantidos vivos em necrotérios (http://www.itaporahoje.com/?
Uma recorrência monocórdica que acaba levando a uma certa indiferença - mas que diz muito mais sobre o real estado da sociedade brasileira do que números produzidos por economistas que, não raro, têm alguma relação com o governo ou o partido no poder. Mas quem se importa com esse império meio diabólico de assassinato, tortura e violência gratuita, quando milhões de brasileiros podem comprar frango e celular, podendo pagar em 24 parcelas com juros?









A economia está muito bem por fora, mas algo me diz que há um respirador artificial escondido. Esse crédito fácil é uma bolha que enche. Fala-se do aumento das compras, do aquecimento do comércio, mas pouco fala-se do aumento da inadimplência. Espero estar errado, mas foi assim que a crise instalou-se nos EUA.
Vejamos algumas maneiras que se expressam, a imprensa e alguns leitores, quando se trata de atos monstruosos praticados por seres humanos: Erroneamente é tratado como monstro, o que não é verdade. Portanto tais individuos deveriam passar a serem de responsabilidade dos defenssores dos direitos humanos, sendo obrigados a levarem para as suas residências. Entendo portanto que devemos combate-los nos mesmos modos com que tratam as suas vitimas, sabemos que raramente terão recuperação, porém servem muito bem como pano de fundo para desvio de recursos públicos, e alimentarem as ONG.
A turma dos Direitos Humanos se preocupa muito mais com os criminosos que cometeram os crimes acima. Já as vítimas, essas não têm a quem recorrer, são chamadas de vingativas pelos advogados de plantão.