E ainda chamam isso de capitalismo...
Imagine um "sócio" que não investe nada na empresa e que não só quer ficar com grande parte dos lucros mas ainda policiar o sócio que trabalha. Pois é exatamente isso que está acontecendo em São Paulo, onde o "sócio" Estado, não satisfeito com a carga tributária abusiva, a burocracia e as dificuldades para o empreendedor, ainda por cima vai instalar mecanismos diretos de fiscalização no comércio.
E toda essa intervenção é encarada com a maior naturalidade do mundo, como se os comerciantes fossem mesmo desonestos que precisam ser controlados diretamente na suas empresas por um Estado cada vez mais gastador e sem compromissos com o cidadão que trabalha e produz.
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