Quanto mais nos aproximamos do final do governo Lula, mais cresce a mania de grandeza do presidente. Ele quer virar liderança mundial, mas, sabidamente, lhe faltam discernimento e critérios de juízo. Sua atuação no caso da compra dos aviões exala mau cheiro. O comportamento no Caso Battisti foi e continua sendo ofensivo ao povo e ao estado italiano. A intromissão nos assuntos de Honduras, um desastre. A carinhosa relação com Ahmadinejahd é de dar engulhos numa vassoura.
A omissão do voto brasileiro na reunião da ONU em que foi votada a reprovação à política iraniana de enriquecimento de urânio foi na contramão do mais elevado interesse internacional. E, cúmulo da incoerência: o Brasil abençoou a fraudada eleição iraniana e agora diz que não reconhecerá a limpa e democrática eleição hondurenha. Ô gente intrometida!
O número de votantes em Honduras superou o da eleição presidencial anterior. Em 2005 a abstenção foi de 46% dos eleitores. Agora em 2009 foi de 38,7%. O candidato eleito fez mais da metade dos votos. Venceu a eleição em 17 dos dezoito departamentos do país. Teve sua vitória reconhecida pelos opositores, inclusive pelo seu principal opositor, que conclama a população à pacificação “tendo em vista os interesses do país”.
E Lula bate o pé, faz beicinho e diz ao povo hondurenho que se dane. Ele quer que a confusão prossiga porque ninguém entende tanto de Honduras e do que convém a Honduras quanto ele.



















Muito bom!
O que estão fazendo com Lula, é o mesmo que os gregos fizeram com Claudius Caesar Britânico (37-68), o quinto Imperiador Romano, conforme consta na história. Este ficou popularmente conhecido com "NERO". Nas famosas carreiras de Olímpia, na Grécia, chegou em último lugar e levou uma queda, nem por isto deixou de ser aclamado pelos os gregos como o "VENCEDOR". Para recompensá-los, Nero isentou-os de pagar impostos. Como podemos ver o nosso presidente,este por opção, escolheu ser o maior dos menores, porém nunca se deu por conta que é melhor ser o menor dos maiores. Trilhando assim um caminho em busca do conhecimento, e a cultura. O que sabidamente não é seu forte.