Fico me perguntando como os alunos analisam as imagens de professores desrespeitando a lei e atirando paus e pedras contra a polícia, como vimos na manifestação nos arredores do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo - afinal, supostamente são os professores que, em sala de aula, devem zelar pela disciplina.
É claro que, nem remotamente, a agressividade daquela manifestação representa os professores. Trata-se apenas de uma minoria organizada e motivada, em parte, pelas eleições deste ano.
A presidente da Apeoesp (o maior sindicato dos professores estaduais), Maria Izabel Noronha, disse que estava ali para quebrar a "espinha dorsal" do governador (Serra) e de seu partido (o PSDB) - ela que, no dia anterior, estava no palanque de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República.
Mas será que os alunos sabem disso? Será que vão imaginar que os professores são daquele jeito, sem limites, indisciplinados?
Todos sabemos como é difícil impor disciplina em sala de aula e, mais ainda, conter a violência. Não será com exemplos de desrespeito (de quem deveria dar o exemplo) que a situação vai melhorar. Muito pelo contrário: afinal, o que se viu foi uma aula de baderna.
Só espero que pelo menos essa lição os estudantes não aprendam.









O próprio Diogo Mainardi esclarece na sua coluna da revista Veja que o homem carregando a mulher nos braços é um policial à paisana. E a policial confirmou essa informação.
Não é um policial carregando uma colega na foto, e sim um professor.
Prezado Rafael
Obrigado pelo contato.
Por favor, se informe melhor, porque é sim um policial. A Secretaria de Segurança Pública emitiu nota informando sobre isso. Você está bem atrasado em relação ao assunto.
Inclusive há fotos que demonstram que a pessoa está do lado de dentro do cordão de isolamento da polícia militar. Ademais, precisa ser bem crédulo para achar que do meio de um bando de arruaceiros que acabou de atacar a polícia, vai sair um bom samaritano como o da foto. Só em propaganda esquerdista primária e na mídia venal é que este tipo de coisa existe.
Editoria MÍDIA@MAIS