Agora, o problema é o excesso de flatulência do rebanho bovino brasileiro, que seria um dos principais elementos causadores do aquecimento global.
Deixando de lado o evidente absurdo de tal afirmação, que como todo o resto das falácias que envolvem o assunto visam criar artificialmente a demanda por algum tipo de "solução" econômico-tecnológica para beneficiar as agendas de grupos internacionalistas ou de vigarista profissionais, resta a pergunta: afinal de contas, como é possível que um jornal publique uma matéria tão patentemente ridícula como se fosse algo sério?
Leia mais sobre o diabólico hábito de soltar gases do rebanho bovino brasileiro e os pioneiros esforços para deter este ameaçador problema em http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=40957
















Já sei! Eles ainda continuam com a mentalidade "deu no New York Times!". Bando de servis. Deveriam acompanhar o que acontece lá fora: Europa, EUA e Austrália, as pessoas estão acordando e até políticos estão se manifestando contra essas sandices, vide o Senador americano Inhofe que fez uma lista dos 17 cientistas pilantras do ClimateGate e a Comissão de Ciência e Tecnologia da Casa dos Comuns do Parlamento Britânico, que já convocou uma espécie de misto de CPI com audiências públicas, que ainda está em andamento, para investigar o ClimateGate.
Não consigo rir, assim como não consigo acessar o workshop da USP. (No quesito videoconferencia a Mackenzie é superior, vide os Seminários Internacionais Darwinismo Hoje, facinho facinho de acessar). Em pensar que eu já acreditei nisso, é ridículo os jornalistas brasileiros serem tão alienados, será que eles não lêem The Telegraph, The Washington Post e The Wall Street Journal que são quem realmente acompanham o escândalo científico do século? Será que esses pseudojornalistas não lêem inglês?