Aqui no Rio Grande do Sul, sem-terras já assassinaram sem-terras, degolaram um policial militar e feriram inúmeros outros. Ficou tudo por isso mesmo. Não caiu ninguém do alto nem do baixo comando da organização. Aliás, o movimento jamais deu a mínima para o Estado de Direito. Passa o Código Penal num picador de papel e pratica centenas de crimes por ano. Distribui entre os seus membros, para que usem lá na “casinha”, as ordens judiciais que recebe. E nada lhe acontece.











