Mídia@Mais

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte

Assim sendo, o candidato a presidência pelo PSDB José Serra não afirmou nada demais sobre as ligações do autoritário regime boliviano com o tráfico, tendo apenas constatado os fatos.

Como de praxe, entretanto, a mídia brasileira, verdadeiro ninho de esquerdistas sonegadores de informações, quando não seriamente despreparados, que reduzem tudo a conversa de boteco e conflito de versões, apressou-se em tentar criar mais uma polêmica vazia.

Deve-se reconhecer, contudo, que para uma imprensa que há anos se recusa a investigar as ligações do partido que governa o Brasil com uma organização terrorista que é uma das maiores traficantes de drogas da América Latina, as FARC, e não consegue ou não quer fazer as deduções lógicas da presença de membros da organização terrorista colombiana no Brasil sob a proteção do governo brasileiro, tentar polemizar em cima de uma  afirmação óbvia não é nada.

Leia mais em www.dcomercio.com.br/Materia.aspx

 
Comentários (4)
4 Qui, 27 de maio de 2010 15:03
Eduardo

Quando eram os militares que governavam a Bolívia e o problema das drogas surgia sempre eram lançadas acusações contra as autoridades bolivianas pelo envolvimento, omissão e corrupção em relação ao assunto e a mídia divulgava amplamente. Agora querem criar polêmica. Nada como um dia depois do outro...

3 Qui, 27 de maio de 2010 13:35
Carlos

As ligações do tráfico de drogas com organizações internacionais deveriam ser objeto de investigação da grande imprensa, que prefere dar voz a tipos duvidosos, que insistem em classificar problema das drogas como questão de saúde pública, ou usam a ideologia para omitir informações ao público - basta ver o que diz o sr. Maierovici, queridinho da mídia esquedista, que vive lançando insinuações ou acusações contra o governo colombiano nessa questão, mas se omite completamente de falar sobre as FARC, ou os vínculos que o tráfico de armas e drogas tem com guerrilhas ou governo esquerdistas, como o venezuelano.

2 Qui, 27 de maio de 2010 13:23
Paulo

O leitor Daniel está certo, o assunto merece não só atenção, mas investigação. Mas vai que alguém chega no lugar errado numa investigação dessas - como por exemplo a um certo partido que até comitê de apoio às FARC já abriu no país, iniciativa do beneficiário de violação de siligo bancário de um humilde trabalhador, que é tido e havido como um tipo de ponte entre empresários e os mafiosos que governam o país - e ai a "casa cai", porque o esquema de poder montado pelos bandoleiros esquerdistas  com cumplicidade dos velhos coronéis e patrimonialistas é muito forte e a reação seria imprevisível. Então é mais fácil a mídia ser esse amontoado grotesco de comadres esquerdistas caducas e fofoqueiras, competindo para ver que é o maior lacaio do petismo e do politicamente correto. E pelo visto, até o momento, a Folha de São Paulo ganha disparado no show de puxa-saquismo.

1 Qui, 27 de maio de 2010 10:06
Daniel

É curioso notar como, ao menos na Folha de S.Paulo, o tema é tratado como lance de campanha eleitoral, e ninguém se interessa por uma questão que seria naturalmente interessante para jornalistas de verdade, e não essas prostitutas vendidas ao partido que está no poder: afinal, de onde vem esse oceano de cocaína que se espalha pelo Brasil? Ele cai do céu? Essa questão não merece pelo menos um pouco de atenção em um ano eleitoral?

Adicionar comentário

Seu apelido/nome:
Comentário:
  Palavras para verificação. Apenas palavras em caixa baixa sem espaços.
Verificação de palavras:

Clique para ver a lista de artigos deste autor

NEWSLETTER



Clipping@Mais

Seu Creysson cientista político agarantche: ficará tudo ótimo com Dilma

A coluna de Guilherme Barros no portal Ig é uma autêntica vitrine da felicidade: se um alienígena caísse na Terra e só pudesse informar-se a respeito do Brasil através de Barros, teria certeza de que se trata de um país muito mais próspero que a Suíça, administrado por uma elite política genialmente dotada.

Leia mais...
 

Americanos homenageiam Godard; agora só falta Bin Laden  

O franco-suíço Jean Luc Godard talvez seja o cineasta que mais odiou os EUA durante sua longa e repetitiva carreira: seus filmes, seus discursos, seus livros, tudo nele reflete o mais corriqueiro anti-americanismo. E, como não poderia deixar de ser, ele também odeia Hollywood. E tudo isso nos leva aonde? A uma homenagem de Hollywood a, obviamente, Godard.

Leia mais...
 

Mais “imperialismo” brasileiro: Empresas brasileiras têm US$ 15 bi investidos na África

Como se não bastasse a compra da rede Burger King, um dos ícones do “Império Ianque”, empresas brasileiras ampliam sua participação em mercados estrangeiros.

Leia mais...
 

Companheirismo é isso: quando a Folha escreve, a Dilma agradece

Matéria de Silvio Navarro e Catia Seabra dessa terça é primor de companheirismo.

Leia mais...
 

Gandhi acha Lula maior que Gandhi. Não entendeu nada?

O ator britânico Ben Kingsley (famoso por encarnar Gandhi no cinema) afirmou que a trajetória de Lula é "maior que a de Gandhi", após se tornar uma das raras pessoas a assistir ao filme "Lula, o Filho do Brasil", descontando-se obviamente a militância profissional e os ganhadores de ingressos gratuitos.

Leia mais...
 

Imperialismo brasileiro ameça símbolo cultural dos EUA: o Whopper

Esse liberalismo e essa globalização ainda vão acabar deixando os partidos nacionais de extrema esquerda sem discurso: afinal, como explicar que um fundo de investimento de um país explorado como o Brasil possa adquirir um gigante do capitalismo norte-americano, ademais um dos maiores símbolos do consumismo e da produção industrial da terra do Tio Sam?

Leia mais...
 

Humor

Análise

Editor Chefe: Roberto Ferraracio
Redação: Paulo Zamboni e Gerson Faria