Eu mesmo não sou um grande fã do hábito de sair dizendo que altos funcionários do governo deveriam renunciar em função de declarações estúpidas.
Mas o elogio a Mao feito pela diretora-interina de comunicações da Casa Branca, Anita Dunn, classificando-o de “filósofo político” é tão esdrúxulo e moralmente repugnante que ela deveria pedir as contas, e rápido.
Mao Tsé-tung matou algo entre 50 e 70 milhões de inocentes, começando com o expurgo dos Nacionalistas de Chang Kai-shek, prosseguindo nos expurgos pelo interior da China, no fracassado Grande Salto Para Frente, na Revolução Cultural, no Tibete, e no gulag chinês.
O elogio de Anita Dunn ao monstro genocida não foi um escorregão inadvertido: ela estava lendo um texto e entrou em detalhes para dar o contexto completo da declaração que fez. Ademais, seus comentários não foram coisa de rompante estudantil de trinta anos atrás; eles foram feitos em 5 de junho de 2009.
Seu elogio à perspicácia e coragem de Mao ao derrotar os Nacionalistas foi proferido muito tempo depois que a extensão completa dos assassinatos em massa ordenados por ele já tinha sido muito bem documentada. Mao matou mais pessoas do que qualquer outro assassino em massa na história da civilização.



















Parabéns por nos presentear com os artigos do prof. Victor Davis Hanson.
Se for possível, por favor, tentem também conseguir alguma coisa do prof. John Kekes (State University of New York at Albany), autor dos livros "Against Liberalism", "A Case for Conservatism" e "The Roots of Evil" (todos publicados pela Cornell University Press).
Obrigado.
O lixo da política americana elogiando o lixo da política ditatorial chinesa... Não se poderia mesmo esperar inteligência onde ela não existe.
Penso que poderíamos trocar o nome da sra. Anita Dunn, por Agripina do século XXI. Mãe de Lucius Comitius Ahenobarbus Britanico (37-68). Mundialmente conhecido como o imperador Nero, que herdou toda a crueldade da mãe. Que outra avaliação poderíamos dar a adoradora de Mao-Tse-Tung a não ser a reencarnação do mal?
Dois pontos: (1) A velocidade da guinada na orientação ideológica do governo Obama. Tão rápida quanto tenebrosa. Perfilada com a escória da humanidade. (2) Soa como provocação dosada, medida e calibrada, tal como num confronto, um lutador faz acenos provocativos e chama o outro com insinuações de que irá surrá-lo. Senhoras e Senhores, a luta vai começar: o Governo e Aparato Obama versus O Povo Americano, cujo amor à liberdade já foi minado de um tanto. Disse-o bem aquele que nos advertiu para uma nova Revolução Americana em breve. A nossa foi "silenciosa"; a deles, como será?