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Na Copa de 2010, a maior preocupação da FIFA parece ser a de que jogadores cometam a suprema infração de declarar sua fé religiosa "depois do final das partidas". Obviamente, se estivéssemos imaginando que os atletas fossem promover sacrifícios ritualísticos ao final dos jogos, ou bater tambores, entraríamos no perigoso território do "preconceito cultural", e a entidade seria amplamente condenada pela imprensa mundial. Mas não nos enganemos: o que os janotas da FIFA querem proibir são as singelas camisetas com a frase "I belong to Jesus", que costumam ser exibidas pelos jogadores quando tiram o uniforme. Como se sabe, tal tipo de coisa é motor da intolerância e ameaça constante à tão buscada "paz mundial". (http://copa2010.ig.com.br/fifa+avisa+que+punira+comemoracoes+religiosas/n1237649288222.html)
 
Será interessante notar se, durante a festa de abertura da Copa, os artistas locais encenarão episódios ou motivos de inspiração também religiosa: mas, no caso, de religiosidade primitiva, animista, com animais e fenômenos naturais convertidos em divindades. A FIFA tenderá a considerar tudo isso "cultura e diversidade". Quanto aos pobres evangélicos (especialmente os brasileiros), a ordem é cartão vermelho para eles.

 

 
Comentários (3)
3 Qui, 10 de junho de 2010 10:22
Otávio Pimenta

Com base nesta pose-se asobiar, e andar pelas reuvas, mais sempre muito bem doutrinado numa sensura mutua que tende a assolar toda terra, vestida de globalização, onde o consumo é a religião maior.

2 Qua, 09 de junho de 2010 11:26
Anonimo

Acorda gente. Eu acho que o mal se corta pela raiz. Melhor proibir estas manifestações pueris, do que mais tarde conviver com burkas da vida. Vide europa descaracterizada. Não sejamos tão do contra assim.


Prezado:

percebe-se o motivo do seu anonimato: não  conseguiu entender uma linha do que leu, mas como todo bom sabichão de salão, não resistiu a dar seu palpitinho...

Editoria MÍDIA@MAIS

1 Ter, 01 de junho de 2010 18:51
Evelin Olívia Fróes

O Multiculturalismo é isto: intolerância ao Judaísmo e ao Cristianismo. Que bom que o Mídia@Mais não tem preconceito com o Cristianismo Reformado!

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