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Novo para quem?

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No Estadão: “Novo escândalo põe em dúvida dados do painel do clima”.  Novo para quem?

Ora, ora, o outrora glorioso Estadão vale-se de despachos da agência EFE (Espanha) e do jornal de esquerda britânico The Guardian para falar  em “novo escândalo”, quando na verdade, é apenas a consequente e controlada revelação de mais dados que comprovam a fraude  que esses mesmos veículos de comunicação acobertaram e sustentaram durante anos. Mas os catastrofistas não perdem a pose e agem com a  “imparcialidade” que lhes é peculiar: publicam as desculpas dos fraudadores, insistindo na amplamente refutada tese do AGA.

Confira:

“[...] Pesquisadores da Universidade de East Anglia (UEA) ocultaram erros na compilação de dados utilizados para comprovar a teoria da influência humana no aquecimento global. O novo escândalo foi revelado ontem pelo jornal britânico The Guardian, que investigou mais de 2 mil e-mails da UEA.

O jornal aponta evidências de que os dados obtidos em estações meteorológicas chinesas na segunda metade do século 20 não sustentariam a tese de um paper publicado na Nature, em 1990, pelos pesquisadores Phil Jones, da UEA, e Wei-Chyung Wang, da Universidade de Albany (EUA). O estudo separava as estações conforme a localização, zona rural ou urbana. Tudo indica que não existiam dados para realizar a separação.

O trabalho serviu como base para o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) concluir que o aquecimento causado pela urbanização tem um efeito pequeno quando comparado ao aquecimento causado pelo gás carbônico.

(M@M: O IPCC nunca teve nada de científico e tudo de político. Não custa relembrar: CO2 NÃO é poluente, não causa danos e não causa aquecimento, ao contrário: sua concentração na atmosfera aumenta como RESULTADO de períodos de aquecimento natural).

O The Guardian também informou que a justiça inglesa efetuou 105 requisições de esclarecimentos sobre os estudos à UEA. Apenas dez foram respondidas de forma satisfatória.

[...] O jornal Sunday Times publicou no domingo que o IPCC incluiu no documento informações imprecisas sobre a suscetibilidade da floresta amazônica à redução de chuvas. (M@M: Aqui sim, um escândalo: um jornal inglês se refere a dados que dizem respeito diretamente aos interesses nacionais brasileiros e o Estadão nem sequer se dá ao trabalho de buscar tais informações; apenas prolonga o teatro):  [...] Segundo Daniel Nepstad, coordenador de pesquisa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, o dado "está correto". Ele avalia, porém, que houve uma falha do IPCC ao usar como fonte texto da ONG WWF em vez de mencionar a literatura primária sobre o assunto”.

Aqueles brasileiros que ainda confiam nos nossos jornalões podem ficar certos de uma única coisa: continuarão dormindo, mas em berço não tão esplêndido.

Leia mais aqui: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100203/not_imp505479,0.php




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Comentários (3)
3 Qui, 18 de fevereiro de 2010 13:19
Van Gomes

O ataque a razão e a ciencia é a consequencia do ataque ao capitalismo. O ecologismo, o aquecimento global assim como a mudança climática, são bandeiras de luta e parte integrante na guerra pela supressão do capitalismo e instauração do socialismo. Quem não entende isto não poderá compreender a aparente irracionalidade daquela.

2 Qui, 18 de fevereiro de 2010 08:54
Roby

A maior parte daquilo que se convencionou chamar de "mídia" — a grande imprensa — vem sendo nos últimos anos sistematicamente aparelhada pelas tais "organizações da sociedade civil", que não passam de braços do lulo-petismo a serviço de sua ideologia. Como dizia Voltaire, é possível até mesmo convencer um energúmeno; a um fanático, jamais.

1 Seg, 08 de fevereiro de 2010 10:06
Evelin Fróes

E Veja, que oportunísticamente falou de chuvas diluvianas e de geadas, invernos longos e rigorosos, falou de eventos históricos como a Revolução Francesa e a Grande Fome de 1840 na Irlanda e nem tchum para mencionar o nome do período e a condição da temperatura atmosférica de então: Pequeno Período Glacial e temperaturas baixíssimas, que se comparadas ao Período Quente Medieval o que ocorreu foi uma verdadeira queda brusca de temperatura. A pergunta que não quer calar: dá para confiar nas revistonas também?

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