Logo depois que comecei a escrever sobre a religião política do ambientalismo aqui no Mídia@Mais, afirmei em meu segundo artigo:
“Exceto pela consciência moral, consciência dispensa adjetivação. As ditas consciências ecológica, social, política, histórica, crítica, etc., são meras construções verbais de ocasião, e como tantas outras, são úteis apenas dentro dos discursos de seus autores e seguidores, dentro dos sistemas fechados de pensamento, das teologias civis que têm como traços mais ou menos comuns a obrigação de primeiro acreditar, a proibição de questionar e a sobreposição de sentidos outros às palavras, sentidos esses que só fazem sentido dentro dos respectivos sistemas. Não por acaso, essa formulação em circuito fechado é a marca de filósofos e pensadores gnósticos, revolucionários, niilistas, ou, simplesmente, propagandistas de esquerda: Kant, Rousseau, Hegel, Marx, Gobineau, Dilthey, Gadamer, Habermas, Marilenas, Franciscos, Mincs, Bettos e Betinhos.












