Seu Creysson cientista político agarantche: ficará tudo ótimo com Dilma
A coluna de Guilherme Barros no portal Ig é uma autêntica vitrine da felicidade: se um alienígena caísse na Terra e só pudesse informar-se a respeito do Brasil através de Barros, teria certeza de que se trata de um país muito mais próspero que a Suíça, administrado por uma elite política genialmente dotada.
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Americanos homenageiam Godard; agora só falta Bin Laden
O franco-suíço Jean Luc Godard talvez seja o cineasta que mais odiou os EUA durante sua longa e repetitiva carreira: seus filmes, seus discursos, seus livros, tudo nele reflete o mais corriqueiro anti-americanismo. E, como não poderia deixar de ser, ele também odeia Hollywood. E tudo isso nos leva aonde? A uma homenagem de Hollywood a, obviamente, Godard. |
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Mais “imperialismo” brasileiro: Empresas brasileiras têm US$ 15 bi investidos na África
Como se não bastasse a compra da rede Burger King, um dos ícones do “Império Ianque”, empresas brasileiras ampliam sua participação em mercados estrangeiros. |
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Companheirismo é isso: quando a Folha escreve, a Dilma agradece
Matéria de Silvio Navarro e Catia Seabra dessa terça é primor de companheirismo.
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Gandhi acha Lula maior que Gandhi. Não entendeu nada?
O ator britânico Ben Kingsley (famoso por encarnar Gandhi no cinema) afirmou que a trajetória de Lula é "maior que a de Gandhi", após se tornar uma das raras pessoas a assistir ao filme "Lula, o Filho do Brasil", descontando-se obviamente a militância profissional e os ganhadores de ingressos gratuitos.
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Imperialismo brasileiro ameça símbolo cultural dos EUA: o Whopper
Esse liberalismo e essa globalização ainda vão acabar deixando os partidos nacionais de extrema esquerda sem discurso: afinal, como explicar que um fundo de investimento de um país explorado como o Brasil possa adquirir um gigante do capitalismo norte-americano, ademais um dos maiores símbolos do consumismo e da produção industrial da terra do Tio Sam?
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A invasão continua até agora, mas no dia ainda da invasão, o jornal "de direita" Estadão publicou uma factóide, mentira deliberada mesmo, afirmando que após 4 horas os invasores haviam abandonado a reitoria, possivelmente para aliviar a imagem dos marginais.
Veja em: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,depois-de-4-horas-termina-invasao-da-reitoria-da-usp,376744,0.htm
Note-se ainda a colocação fora de lugar: "A Polícia Militar informou que o protesto foi pacífico." Provavelmente a Polícia se referiu a alguma manifestação de alunos fora da reitoria, ou teria algum representante da Polícia chamado uma invasão que destrói portões a marretada de "protesto pacífico"?